quinta-feira, 16 de junho de 2011

Manhã de alegria para vítimas das enchentes em Palmares

Hoje pela manhã foi feito no 10º Batalhão da Polícia Militar, em Palmares, o sorteio de 84 casas para as pessoas que foram vítimas das enchentes do ano passado. As unidades habitacionais foram feitas com verba do governo e  terão em seu interior geladeiras doadas por um convênio feito entre a Celpe e a Caixa.

As famílias estavam vivendo em abrigos desde ano passado, debaixo de tendas de lonas doadas pelo Rotary Club Internacional, pois os lugares onde moravam foram destruídos pelas chuvas de 2010. 

Houve a assinatura de contratos, onde os moradores liberaram suas antigas residências para serem demolidas, evitando assim que elas sejam novamente ocupadas e receberam as chaves do novo lar.

“O critério para a entrega imediata das primeiras 84 unidades habitacionais é feito a partir das famílias que estão com as situações mais críticas.” informou o Superintendente da Caixa Econômica Federal, Alex Gener.

Dona Raimunda, cadeirante de 74 anos, estava muito feliz com essa conquista: “Se para quem anda estava sendo difícil, imagine para mim, que sou deficiente, que tinha que esperar meu filho para poder sair da barraca. Dou Glória a Jesus por hoje ter a minha própria casa.”

Amanhã o governador Eduardo Campos estará as 10hs da manhã realizando a inauguração oficial das casas, do Hospital Regional dos Palmares, e da Área de Segurança Integrada localizada no Batalhão da Polícia Militar.

Foto e texto de
Paula Beatriz

Estudante de Jornalismo da Favip- 1º período
paulabeatriz.jornalismo@gmail.com

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Comerciantes reivindicam novo lugar para trabalhar


Na manhã desta segunda-feira, comerciantes queimaram pneus e reivindicaram contra a forma de demolição de seus pontos comerciais localizados na Avenida José Américo de Miranda, área ribeirinha de Palmares.  

A demolição está sendo feita para melhorar o fluxo do Rio Una e evitar novas enchentes, mas não está agradando os comerciantes porque, segundo eles, não há um lugar oferecido pelo governo para que os mesmos possam comercializar seus produtos quando os prédios comerciais forem destruídos.

“Nós queremos sair da avenida, mas de maneira digna. Queremos um lugar para trabalhar. Tenho vinte funcionários fichados, como irei pagá-los?”, declarou um comerciante.

 Representantes da defesa civil foram até o local, e afirmaram que irão passar as reivindicações para a CODECIPE e o governo do estado.


PROTESTO: Comerciantes usaram faixas e queimaram pneus para reivindicações

 

Paula Beatriz
Estudante de Jornalismo da Favip- 1º período